segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Is it love or just music?



Depois de meses como leitor fiel, aqui estou eu como colaborador escrevendo pela primeira vez  Nos Los Moderninhos sobre algo que eu acho indispensável: música. Vou deixar pra vocês três álbuns de 3 artistas que eu gosto muito e que valem a pena parar pra dar uma ouvidinha.

Com canções marcadas por temáticas psicológicas fortes, de caráter melancólico, por vezes sombrio e com alta qualidade musical, Fiona Apple - nascida Fiona McAfee Maggart - conquistou cedo o apreço do público e dos críticos. Cantora, compositora e pianista, Fiona cresceu numa família de artistas. Desde criança recebeu treinamento musical, tendo tido aulas de piano desde os 4 anos de idade.



Quando tinha 12 anos, foi estuprada por um desconhecido no prédio de sua mãe, fato que deixou marcas profundas e que foi retratado na faixa Sullen Girl do seu disco de estréia, Tidal. Em 1996, com 18 anos, seu álbum de estréia tornou-se um disco clássico e foi ainda considerado pela revista Rolling Stone, um dos álbuns essenciais dos anos 90. A maioria das faixas dura mais de cinco minutos, durante os quais ela narra suas histórias envolventes e dores do amor. Graças a Tidal, Fiona foi nomeada para o Grammy como melhor artista revelação, além de conseguir outro prêmios e aplausos da crítica. Os destaques são as faixas Never Is a Promise, Sleep to Dream e Criminal - que foi nomeada e premiada pelo Grammy como melhor música rock 





Philippa Brown Direto da Nova Zelândia, mais conhecida pelo nome artístico Ladyhawke, é uma das grandes sensações do revival oitentista, que há um bom tempo vem se recusando a ir embora. O nome da cantora surgiu pelo filme Ladyhawke, conhecido no Brasil por Feitiço de Áquila. Influencida pela música dos anos 80, o seu estilo musical mistura o indie rock, electropop e o new wave
Seu álbum de estréia foi lançado em 2008 e encontrou críticas positivas de críticos musicais contemporâneos, além de ser bem recomendado. Já chegou a ser referido como "um passeio glorioso pelo sabor pop e electro fundido a batidas e melodias brilhantemente viciantes dos anos oitenta". A capa é uma pintura em aquarela feita pela ilustradora e pintora Sarah Larnach. Ladyhawke está jogando video game numa televisão que não pode ser vista. Seu single de mais sucesso foi Paris Is Burning, seguido por My Delirium.



Marina Lambrini Diamandis, mais conhecida pelo seu nome artístico Marina & The Diamonds, é uma cantora e compositora galesa. Apesar de ter lançado dois EPs, foi apenas com o seu primeiro álbum de estúdio The Family Jewels, que ela ganhou notoriedade no mundo da música. E começou bem, iniciando suas atividades no Big Weekend da BBC e no gigantesco Glastonbury. Embora às vezes "Os Diamantes" sejam erroneamente referidos como sua banda de fundo, o nome, de fato, refere-se aos fãs de Diamandis, e ela explica isso em sua página do MySpace, dizendo: "Eu sou Marina. Vocês são os diamantes". Seu estilo musical varia de baladas com teclado a divertidas e dançantes músicas electropop. Marina possui como influências uma ampla lista de artistas, que inclui Madonna, Pj Harvey, Nirvana, Tom Waitts, Kate Bush, Blondie e Dolly Parton.



Lançou o seu álbum The Family Jewels em fevereiro de 2010, alcançando o 5º lugar na maior parada de álbuns do Reino Unido. Não contente com o seu sucesso alcançando somente a Europa, Marina resolveu se lançar na América, lançando então um EP intitulado de The American Jewels, digitalmente e exclusivamente para os Estados Unidos. Diamandis fez sua estréia norte-americana em março de 2010, através de uma série de apresentações. Os destaques do álbum são I Am Not a Robot, Shampain, Oh! No, Obsessions e Hollywood - primeiro single oficial e que tem um quê de crítica em sua letra.







Vale a pena conferir!

Rick Jan$en



Um comentário:

  1. Parabéns pelo blog gente. Ta lindo! Já sou fã!
    Beijo grande e continuem acreditando e postando todo dia, claro!rsrs

    Beijo Beijo.

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